segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Água também é mar

Agora chove tanto em Lisboa
e penso em ti gotas tantas
e no meio tantas gotas
a sede já de te reencontrar
memórias do mar
quero viver como se não fosse urgente
tirando os sapatos
ter tanto tacto no teu litoral que ao mesmo tempo
o teu barco que pode inundar o meu mundo
na distância sonhar não deixar escapar
as gotas tantas colectadas
não demora

1 comentário:

  1. que doce favela-poema, com um gingado de quem samba ao som da palavra!
    beijim de quindim pra ti Branca pretinha:

    http://www.youtube.com/watch?v=PixfeXa2mCM

    ;)

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Poesia-favela, a discussão está aberta. a explicação no meu perfil.
Deixo o desafio de completarem as poesias ou tirarem palavras ou frases. Acrescentar, tirar ou pintar um tijolinho da poesia-favela!